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25 de Julho de 2007 - 14h20 -
Última modificação
em 25 de Julho de 2007 - 21h09
Anac não tem responsabilidade direta pelo acidente em Congonhas, segundo Zuanazzi
Luciana Vasconcelos
Repórter da Agência Brasil
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Marcello Casal JR/ABr
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Brasília - Ao fundo, o diretor da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, participa de audiência da CPI do Apagão Aéreo da Câmara, sobre o acidente com o vôo 3054 da TAM, na semana passada. A deputada Luciana Genro (PSol- RS), lê jornal que fala sobre a agência
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Brasília - O presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, disse hoje (25) na Comissão Parlamentar de Inquérito do Apagão Aéreo da Câmara que a agência reguladora não tem responsabilidade direta pelo acidente envolvendo o avião da TAM. “Não temos nenhuma responsabilidade direta”, disse.
Segundo ele, a Anac só teria responsabilidade se, porventura, equipamentos ou pistas estivessem fora do parâmetro. Mas Zuanazzi disse que isso não ocorreu segundo os laudos técnicos que possui. Antes, o presidente da Anac também respondeu que, mesmo sem as ranhuras, a pista estava acima das condições mínimas de atrito, exigidas por normas internacionais.
Questionado sobre o assunto pelo deputado Ivan Valente (P-Sol-RS), ele disse que o resultado finais da investigação é que deverá apontar os responsáveis. O deputado defendeu uma audiência conjunta com os presidentes da Anac, Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) e Aeronáutica.
Na semana passada, um Airbus A320 da empresa aérea TAM tentou pousar na pista principal de Aeroporto de Congonhas, mas atravessou a pista sem conseguir frear e colidiu com um terminal de cargas da própria empresa próximo à cabeceira da pista. A investigação da caixa-preta e a perícia no local mostrarão qual as causas do acidente, o maior da história do país.
Matéria alterada para correção de informação (o modelo do avião).
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