|
|
12 de Agosto de 2007 - 18h45 -
Última modificação
em 13 de Agosto de 2007 - 14h43
Música e apresentações artísticas marcam abertura do Parapan
Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil
|
|




|
Marcello Casal Jr/ABr
| |
Rio de Janeiro - Abertura dos Jogos Parapan-Americanos reúne 1,3 mil atletas, artistas e convidados na Arena Multiuso
|
Brasília - Música brasileira, apresentações de dança e a participação
dos atletas marcaram a abertura dos Jogos Parapan-americanos hoje (12), no Rio.
A cerimônia de abertura, realizada na Arena Multiuso, reuniu atletas com deficiência e
membros de delegações de 25 países, além do público, composto também por pessoas com deficiência.
O evento começou com a apresentação do Hino Nacional pelo bandolinista
Hamilton de Hollanda.
Em seguida, foi feita uma apresentação da música Viva Essa Energia, o hino dos jogos, interpretada por Ana Costa, com a participação
de percussionistas da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis.
Na sequência, entraram os representantes das delegações que vão participar
do evento esportivo, também ao som de samba. O grupo de 239 atletas brasileiros
foi o último a entrar, ao som da música Brasileirinho. Eles levavam dezenas de
bandeiras do Brasil e foram saudados com entusiasmo pelo público.
Depois, teve a apresentação dos bailarinos da Companhia de Dança Dani
Lima, que foi acompanhada pela coreografia de voluntários.
A cantora Adriana
Calcanhoto embalou uma canção de ninar, que foi seguida pela apresentação de
palhaços e bonecos gigantes.
O governador do Rio de Janeiro,
Sérgio Cabral, fez a abertura oficial. Durante
o evento, o presidente do Comitê Organizador Rio 2007, Carlos Nuzman, disse que
o Parapan está recebendo a mesma estrutura que os Jogos Pan-Americanos, realizados em julho na cidade.
Para Nuzman, os atletas com deficiência são o símbolo do melhor que o esporte
pode proporcionar para toda a sociedade. Na avaliação do presidente do Comitê
Para-Olímpico das Américas, Andrew Parsons, o Parapan começa a "escrever
as páginas mais importantes do movimento paraolímpico das Américas".
O ministro do esporte, Orlando Silva, lembrou que a boa realização dos
jogos será importante para a candidatura do Brasil à sede das Olimpíadas e
das Paraolimpíadas de 2016.
Segundo ele, o Parapan é importante
para ressaltar as necessidades de pessoas com algum tipo de deficiência no Brasil.
“Políticas púbicas são necessárias para a cidadania dessas pessoas, e o Parapan
ajuda a dar visibilidade”.
A pira do Parapan foi acesa pelo atleta Luiz Cláudio Pereira. Nas
Para-Olimpíadas de Seul (Coréia), ele ganhou três medalhas de ouro no atletismo
(lançamento de disco, dardo e peso), estabelecendo três recordes, sendo dois mundiais.
A chama que acendeu a pira foi a mesma que percorreu ontem (11) as ruas do Rio. Na Arena Multiuso, ela foi conduzida pelos ex-atletas
Sebastião Neto e Anelise Heernani.
A esportistas brasileira Terezinha Guilhermino, deficiente visual, fez o juramento do atleta, seguida pelo árbitro
Nelson Bloch, responsável pelo juramento dos árbitros.
O encerramento do evento ficou por conta da cantora Daniela Mercury, que
embalou o público com a música Cidade Maravilhosa.
|
|
|
LEIA MAIS SOBRE OS ASSUNTOS
|
|