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15 de Agosto de 2007 - 10h32 -
Última modificação
em 15 de Agosto de 2007 - 14h58
Minas tem 290 pontos vulneráveis à exploração sexual infanto-juvenil nas rodovias, mostra relatório
Ana Luiza Zenker
Da Agência Brasil
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Gervásio Baptista/ABr
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Brasília - O inspetor Alvarez Simões, da Polícia Rodoviária Federal, e Thaís Dumêt Faria, da Organização Internacional do Trabalho, durante o lançamento do Guia para Localização dos Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual Infanto-Juvenil ao longo das Rodovias Federais Brasileiras
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Brasília - O estado de Minas Gerais é a unidade da Federação com o maior número de pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes:
290. Sergipe se destaca por ser o estado com apenas dois desses pontos, a menor incidência do país.
Os dados constam do Guia para Localização dos Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual Infanto-Juvenil ao Longo das Rodovias Federais Brasileiras, lançado hoje (15) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Organização Internacional do
Trabalho (OIT).
O relatório traz o resultado de um
mapeamento realizado pela PRF em 60 rodovias no Brasil, que identificou
1.819 pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes.
De acordo com o guia, o
Amapá apresentou um resultado inesperado. “Não
foram localizados pontos vulneráveis à exploração sexual infantil nas
rodovias federais que cortam o Amapá”.
O Sudeste é a região em
que foram encontrados mais pontos vulneráveis à exploração sexual de
crianças e adolescentes: 476 trechos. O relatório destaca, no entanto,
que os pontos podem ter mais de um estabelecimento, como postos de
gasolina, hotéis, boates, restaurantes e estacionamentos para caminhões.
O guia apresenta os pontos de vulnerabilidade de acordo com o estado, a rodovia e o trecho onde eles se encontram. No Km 727 da BR-163, em Mato Grosso do Sul, por exemplo, foram localizados um bar, um restaurante e uma boate, todos vulneráveis à exploração sexual infanto-juvenil.
Além dos dados referentes à exploração sexual infanto-juvenil, o guia também traz os contatos das Centrais de Informações Operacionais e das Superintendências da Polícia Rodoviária Federal.
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