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15 de Agosto de 2007 - 17h35 - Última modificação em 15 de Agosto de 2007 - 19h07


Patrocínio ao esporte deve ser feito por setor público e privado, diz nadador paraolímpico

Aécio Amado*
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O nadador Clodoaldo Silva, que quebrou três recordes mundiais nesta edição dos Jogos Parapan-Americanos, cobrou hoje (15) das autoridades públicas e dos empresários mais investimentos nos esportes olímpicos e paraolímpicos para que uma nova geração de atletas venha substituir a que atualmente representa o Brasil nas competições internacionais.

Segundo ele, o atual governo criou importantes instrumentos de financiamento do esporte, como o Bolsa Atleta e a Lei de Incentivo ao Esporte, mas isso ainda não é o suficiente para transformar o Brasil numa potência olímpica e paraolímpica.

"Esse governo é um melhor de todos para o esporte olímpico e para olímpico. Ele colocou o Bolsa Atleta, do Ministério do Esporte, mas não é o ideal. Precisamos ainda fazer e formar leis para que possam ajudar, principalmente atletas de base".

Falando de si mesmo na terceita pessoa, Clodoaldo se colocou como exemplo de atleta de uma geração que, em pouco tempo, deixará de competir para dar lugar a novos nadadores que possam representar bem o país.

"O Clodoaldo, daqui a um tempo, não vai existir mais. Por isso, precisamos ter sempre condições de estar representando
bem o Brasil".

O nadador também pediu aos empresários eles também patrocinem atletas em início de carreira para que tenham condições de crescer nas modalidades que praticam.

Hoje (15), Clodoaldo conquistou mais uma medalha, na categoria S-4 ( nadadores com insuficiência físico-motora). As provas da natação estão sendo realizadas no Parque Aquático Maria Lenk, em Jacarepaguá.




*Colaborou Carlos Borges, repórter da Rádio Nacional

 


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