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15 de Agosto de 2007 - 13h47 - Última modificação em 15 de Agosto de 2007 - 13h47


Trabalhadores cobram de parlamentares manutenção do veto presidencial à Emenda 3

Felipe Linhares
Da Agência Brasil

 
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Valter Campanato/ABr
Brasília - O Dia Nacional de Mobilização da Central Única dos Trabalhadores (CUT) é marcado com ato político e marcha rumo ao Congresso Nacional. Segundo os organizadores, 20 mil pessoas participam da manifestação
Brasília - O Dia Nacional de Mobilização da Central Única dos Trabalhadores (CUT) é marcado com ato político e marcha rumo ao Congresso Nacional. Segundo os organizadores, 20 mil pessoas participam da manifestação
Brasília - Sindicalistas estão reunidos para o Dia Nacional de Mobilização da Central Única dos Trabalhadores (CUT). São esperados mais de 15 mil trabalhadores de todo país e de vários setores. Eles vão "abraçar" o Congresso Nacional em ato simbólico para defender a pauta de reivindicações.

De acordo com o presidente nacional da CUT, Artur Henrique da Silva Santos, a pauta possui 13 itens e atinge os três poderes. “No Legislativo, o principal ponto é a manutenção do veto do presidente à Emenda 3. No Executivo queremos a ratificação da convenção 151 da OIT [Organização Internacional do Trabalho] que garante a negociação coletiva no serviço público. No Judiciário, queremos acabar com o Interdito Proibitório, usado para restringir as greves em frente ao local de trabalho”, listou o presidente nacional da CUT.

O veto presidencial à Emenda 3, segundo ele, mostra que o governo tem políticas favoráveis aos trabalhadores. “A CUT vai aplaudir todas as decisões do governo que são boas aos trabalhadores e criticar aquelas que nos prejudiquem.”

De tarde, as lideranças da CUT terão encontro com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, para conversar sobre a reforma agrária. Depois, os representantes dos trabalhadores se encontrarão com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP).

O presidente da CUT disse que a intenção é pressionar os parlamentares a manter o veto do presidente Lula à Emenda 3, que impediria os fiscais do Trabalho de autuar empresas por contratações irregulares, como vínculo sem carteira assinada ou trabalho escravo.




 


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