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Rio de Janeiro - O governo federal e os
organizadores dos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos acreditam
que o Brasil mostrou à comunidade internacional que tem
condições de sediar as Olimpíadas de 2016.
“O Rio de Janeiro deu
alguns passos à frente para poder sediar os jogos de 2016”,
afirmou o ministro do Esporte, Orlando Silva, ao fazer um balanço
do Parapan.
Para o ministro, o
interesse da população no Pan e no Parapan e a
articulação entre os governos federal, estadual e
municipal foram os pontos positivos para o Brasil conquistar a
confiança internacional.
Sobre patrocínio
para atletas olímpicos e paraolímpicos, o ministro
informou que o governo estuda aumentar o valor do Bolsa Atleta. Para
atletas paraolímpicos, o valor da bolsa varia de R$ 1 mil a
R$ 2,5 mil.
“A nossa determinação
é dobrar o orçamento do Bolsa Atleta, mas o problema
elementar da economia são os recursos escassos e as
necessidades ilimitadas”, disse.
Com relação
ao pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que
empresas privadas apóiem atletas com deficiência,
Orlando Silva acredita que vai ecoar no Brasil. “Após o Pan,
com a lei de baixo do braço [Lei Agnelo Piva] sairemos
de porta em porta para sensibilizar o empresariado”.
De acordo com o comitê
organizador do Parapan, 1.126 atletas de 25 países disputaram
medalhas, e foram quebrados 28 recordes mundiais e 101 marcas
parapan-americanas.
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