Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
3 de Setembro de 2007 - 21h54 - Última modificação em 3 de Setembro de 2007 - 21h54


Jobim diz que futuro da missão no Haiti deve ser primeiro uma estratégia da ONU e, depois, do Brasil

Aloísio Milani
Enviado especial*

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Marcello Casal Jr/ABr
Porto Príncipe (Haiti) - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, visita as instalações onde os militares distribuem comida aos populares
Porto Príncipe (Haiti) - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, visita as instalações onde os militares distribuem comida aos populares
Porto Príncipe (Haiti) - O Brasil completou três anos e dois meses na liderança das tropas militares que compõem a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah).

Nesta terça-feira (4), os ministros da Defesa e diplomatas das nações que integram a Minustah vão discutir a situação política do Haiti e a possibilidade de mudanças na configuração das tropas para subsidiar os debates em seus países.

O mandato da missão foi renovado várias vezes pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), com elogios à atuação das tropas na segurança do país e à transição democrática após as eleições gerais. Mas poucas alterações foram feitas no perfil do braço armado da Minustah, concentrada em operações militares.

Indagado sobre uma possível estratégia de saída do Brasil no Haiti, o ministro brasileiro Nelson Jobim disse que a resposta cabe à ONU, que é a responsável pela missão no Haiti .
"Não é estratégia do Brasil e sim da ONU. Às vezes, se pensa que nós é que estamos tomando decisões aqui. Nós temos uma decisão que passa pela Minustah. A ONU toma essas decisões e nós colaboramos, como integrantes da ONU, com uma força. E a força está dando resultado. Nesse primeiro momento, houve a busca da derrocada de grupos desordeiros. E eles agora, ao que tudo indica, estão paralisados. Não é que estejam exterminados, mas paralisados", explicou Jobim.

Hoje (3), Jobim visitou as instalações das tropas brasileiras e participou de uma apresentação feita pelos comandantes das tropas do Exército, dos fuzileiros navais e da companhia de engenharia. Depois, conheceu o trabalho das tropas brasileiras em Cité Soleil, bairro ocupado pelos militares para desestruturar as gangues armadas. Amanhã, ele participará – com outros ministros da Defesa e diplomatas – de uma reunião sobre a força da ONU.

A Minustah responde atualmente por cerca de 7% do contingente total de capacetes-azuis distribuídos pelo mundo, em 19 missões de paz autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU. O custo de sua manutenção anual é de cerca de US$ 500 milhões. No caso do Brasil, parte desse dinheiro da ONU reembolsa os gastos das Forças Armadas na missão de paz.


*O repórter viajou no avião da Força Aérea Brasileira (FAB)
 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina