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Brasília - O ministro das Comunicações, Hélio Costa, representantes
da Agência Nacional de Telecomunicacações (Anatel) e de concessionárias telefônicas assinaram hoje (5) o Termo de
Obrigações do Plano de Metas para Universalização (PMU) da telefonia fixa em
instituições de assistência a pessoas com deficiência auditiva.
Esse benefício é um dos programas previstos no plano, que será implementado por meio de uma parceria entre a
Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH) e a Anatel.
Para a execução do PMU, serão utilizados pela primeira vez
recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
O
Fust foi criado há sete anos com intuito de promover o uso de serviços
de telecomunicações nas áreas de educação, saúde, segurança e ao acesso de
pessoas com deficiência, entre outros.
Ele é composto pela arrecadação de 1% da receita operacional
bruta de todas as empresas do setor de telecomunicações; de parte dos valores
arrecadados pela Anatel com a venda de licenças para a exploração dos
serviços; de 50% dos recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações
(Fiestel); e de dotações designadas na Lei Orçamentária Anual.
Segundo Hélio Costa, o PMU é
uma iniciativa do governo federal para universalização dos serviços de
telecomunicações. Na avaliação dele, o plano representa um avanço para a inclusão social
de pessoas com algum tipo de deficiência.
“Ajudar crianças, jovens e adultos
com deficiência é um grande passo. Hoje nós marcamos um gol de placa".
Ainda segundo ele, outros programas estão
previstos no PMU. Em alguns meses, acrescentou o ministro, será lançado um telefone especial para
deficientes visuais. “A porteira
está aberta. Agora, vamos passar toda a boiada da universalização”.
O PMU prevê três fases de implementação, que devem estar
concluídas em até nove meses. O início desse prazo foi a assinatura realizada
hoje.
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