Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
25 de Setembro de 2007 - 18h50 - Última modificação em 25 de Setembro de 2007 - 18h50


OIT lamenta suspensão das atividades de fiscalização contra trabalho escravo

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - A Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou em nota hoje (25) que lamenta a suspensão dos trabalhos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho. A OIT diz ainda esperar que a fiscalização volte à normalidade.

A Secretaria de Inspeção do Trabalho do ministério suspendeu por tempo indeterminado as ações do Grupo criado em 1995 para combater o trabalho escravo no país. Segundo a secretaria, a decisão foi tomada após "recente desqualificação" feita pela Comissão Temporária Externa do Senado.

Os senadores questionam a existência de trabalho escravo na fazenda Pará Pastoril Agrícola (Pagrisa), no nordeste do Pará, e pedem a apuração de eventuais abusos durante a fiscalização da fazenda, em junho.

De acordo com a OIT, a fiscalização é um “importante instrumento na luta contra a prática do trabalho escravo”. E destaca que a atuação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel fez do Brasil referência no combate ao problema, como mostra o relatório da OIT Aliança Global Contra o Trabalho Forçado, divulgado em 2005.

“Essa e outras medidas adotadas pelo Brasil nos últimos anos fizeram com que o país fosse apontado como referência mundial no combate a essa grave violação aos direitos humanos e aos direitos fundamentais no trabalho”, diz o documento.

O Ministério do Trabalho conta com sete grupos móveis de fiscalização formados por auditores-fiscais do trabalho, delegados e agentes da Polícia Federal e procuradores do Ministério Público do Trabalho.

 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina