Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
25 de Setembro de 2007 - 12h52 - Última modificação em 25 de Setembro de 2007 - 12h52


Presidente volta a cobrar redução de subsídios agrícolas dos ricos

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Marcello Casal JR/ABr
Nova York (EUA) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa na abertura da 62ª Assembléia-Geral das Nações Unidas  Nova York (EUA) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursa na abertura da 62ª Assembléia-Geral das Nações Unidas
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou, hoje (25), a cobrar a redução dos subsídios agrícolas, ajuda financeira que os países ricos dão aos seus agricultores e que prejudica o comércio dos produtos das nações pobres, durante seu discurso na abertura da 62ª Assembléia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os subsídios são um dos entraves para avanços na Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), que discute a liberalização comercial. Lula e o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, conversaram ontem (24) sobre o assunto. De acordo com Lula, o colega norte-americano sinalizou também estar disposto a destravar as negociações na rodada.

Em contrapartida à redução dos subsídios, os países ricos, como Estados Unidos e União Européia, querem que os mais pobres diminuam as tarifas de importação no setor industrial. “São inaceitáveis os exorbitantes subsídios agrícolas, que enriquecem os ricos e empobrecem os mais pobres. É inadmissível um protecionismo que perpetua a dependência e o subdesenvolvimento. O Brasil não poupará esforços para o êxito das negociações que devem beneficiar, sobretudo os países mais pobres”, afirmou Lula, em Nova York.

O presidente brasileiro falou ainda sobre a necessidade de inclusão de países em desenvolvimento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. O Brasil aspira a ocupar um assento permanente no órgão. Nesse contexto,  Lula citou a participação dos militares brasileiros na missão de paz da ONU no Haiti.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina