Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
31 de Outubro de 2007 - 17h22 - Última modificação em 31 de Outubro de 2007 - 19h06


ONS descarta "apagão" e diz que reservatórios estão acima da "curva de segurança"

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) descartou hoje (31) qualquer possibilidade de “apagão” ou risco de racionamento de energia elétrica no país. Segundo o órgão, os reservatórios estão acima da “curva de segurança”, com mais de 60% de sua capacidade de armazenamento.

Ainda segundo informações do ONS, a autorização para que as usinas térmicas despachassem - começassem a operar no Sistema Interligado Nacional (SIN) - foi dada por motivos econômicos. De acordo com a entidade, o país enfrenta o período final da seca e aguarda a entrada do chamado "período molhado". Por esse motivo, o preço da água está muito elevado, o que viabiliza maior produção de energia a partir da geração térmica a gás natural – hoje mais em conta.

O órgão esclareceu que existe uma regra entre os agentes do setor, normatizada, fiscalizada e implementada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que prevê o “despacho por mérito”, ou seja, decisão baseada pela motivação econômica.

“A Petrobras foi consultada sobre a existência ou não da disponibilidade de gás para que as térmicas pudessem despachar e respondeu afirmativamente. O Operador Nacional do Sistema então, com base nas regras existentes, determinou que as térmicas entrassem em operação. Não há qualquer risco de falta de energia, pois a situação dos reservatórios é satisfatória”, informou o ONS, por meio da assessoria de imprensa.     

Na tarde de ontem (30), a Petrobras limitou a entrega de gás natural a distribuidoras localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em nota, a companhia informou que a redução da entrega foi necessária para atender aos demais contratos e garantir a geração de energia elétrica das usinas a gás natural, conforme termo de compromisso assinado pela estatal com a Aneel, em maio deste ano.

Hoje (31), a empresa restabeleceu o fornecimento de gás natural às distribuidoras do Rio de Janeiro cumprindo determinação judicial.




* A matéria foi alterada para informar local em que as distribuidoras já recebem gás por determinação judicial.
 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina