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21 de Novembro de 2007 - 16h47 - Última modificação em 21 de Novembro de 2007 - 16h47


Cooperação com a Argentina na área nuclear pode ser benéfica para o Brasil, diz especialista

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A possibilidade de desenvolvimento de um programa conjunto na área de energia nuclear entre o Brasil e a Argentina foi sinalizada como positiva pelo presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva. “Em energia, não há por que não compartilhar", avaliou o especialista. A Eletronuclear é a estatal responsável por cuidar da operação das usinas nucleares no Brasil.

A cooperação foi reafirmada esta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em encontro com a presidente eleita da Argentina, Cristina Kirchner, quando ficou decidida a criação de uma comissão bilateral  para aprofundar o assunto. Essa comissão tem sua primeira reunião de trabalho prevista para fevereiro de 2008.

Durante workshop promovido hoje (21) no Rio de Janeiro pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan), Othon da Silva avaliou que a cooperação Brasil-Argentina na área nuclear poderá ser benéfica para o Brasil.

Ele acrescentou que “para atender a sazonalidade de cada local, a integração é interessante”. O presidente da Eletronuclear informou que a empresa já mantém intercâmbio de experiências com técnicos da  estatal argentina Enarsa. E a idéia é transformar esse intercâmbio técnico em um convênio a partir do próximo ano.



 


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