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24 de Novembro de 2007 - 18h12 - Última modificação em 24 de Novembro de 2007 - 18h15


No Dia Nacional de Combate à Dengue, população do DF é alertada sobre gravidade da doença

Leandro Martins
Repórter da Rádio Nacional

 
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Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
São Sebastião (DF) - No Dia Nacional de Mobilização contra a Dengue,  agentes da Funasa fazem trabalho de conscientização da população em estande montado na feira permanente da cidade-satélite São Sebastião (DF) - No Dia Nacional de Mobilização contra a Dengue, agentes da Funasa fazem trabalho de conscientização da população em estande montado na feira permanente da cidade-satélite
Brasília - No Dia Nacional de Combate à Dengue, comemorado hoje (24), agentes de saúde do Distrito Federal foram mobilizados para alertar a população sobre a gravidade da doença e sobre as formas de evitar a proliferação do agente causador, o mosquito Aedes aegypti.

Em locais de grande movimentação popular, em diversas cidades do DF, houve distribuição de panfletos. Agentes mostraram às pessoas onde se desenvolve o mosquito da dengue, orientando como evitar que se formem os focos.

Para combater a doença, deve-se evitar o acúmulo de água parada. Recomenda-se manter a água das piscinas tratada com cloro, guardar garrafas, baldes e latas vazias de cabeça para baixo, retirar a água da bandeja da geladeira ao menos uma vez por semana, e encher de areia os pratos de vasos de plantas.

No DF, os índices de Ceilândia, Guará, Sobradinho, Planaltina, Samambaia, Taguatinga e São Sebastião foram considerados satisfatórios. Esse índice, que é calculado pelo número de casas que apresentam larvas da dengue, é considerado satisfatório quando é inferior a 1%. Mas no Paranoá, a situação é preocupante, com índice superior a um por cento.

Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, realizado entre a última semana de outubro e a primeira de novembro deste ano, mostra que o número de pessoas vivendo em regiões com risco de surto de dengue caiu de 10,4 milhões para 3,8 milhões, na comparação ao mesmo período de 2006.

Em São Sebastião, o agente de saúde Manoel dos Santos, diz que o índice da cidade está baixo, em cerca de 0,8 por cento. Ele lembra que São Sebastião registrou uma epidemia de dengue em 2002, mas que, desde lá, o número de casos vem reduzindo. Manoel adverte que nessa época do ano chove mais no DF, o que aumenta o perigo da dengue.

"O índice não está muito alto, mas está preocupante ainda, porque o pessoal infelizmente ainda não tem a consciência de manter seus vasilhames sem água, e apesar da gente fazer o trabalho dia-a-dia, mas a educação do pessoal infelizmente ainda é falha".

 Já a feirante Maria Antônia Sodré, que mora há dez anos em São Sebastião, se diz cuidadosa com relação à dengue: "Em casa eu mantenho tudo limpo, minhas plantas eu até me desfiz de algumas, aquelas de água eu tirei, porque não tenho tempo de cuidar mesmo".

Em caso de suspeita de dengue, a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde. Os sintomas são febre, dor de cabeça e dores no corpo.


 


  ASSUNTOS DESTA NOTÍCIA

  •   VÍDEO

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