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26 de Novembro de 2007 - 05h55 - Última modificação em 26 de Novembro de 2007 - 05h55


Acordo com PSDB pode garantir aprovação da CPMF no Senado, defende líder

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A base do governo, ou pelo menos parte dela, está convencida de que, sem votos no PSDB, será muito difícil conquistar os 49 votos necessários para aprovar a prorrogação, até 2011, da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O líder do PSB, Renato Casagrande (ES), insiste que este é o caminho da negociação da CPMF no Senado.

"Na minha opinião, o melhor caminho para aprovar a CPMF ainda é o governo insistir num acordo com o PSDB", afirma Casagrande. O líder tucano, Arthur Virgílio Neto (AM), considera que o tempo para conversas com o governo sobre CPMF já passou. "Nós propusemos uma negociação honesta e eles não toparam", destaca o parlamentar.

Os parlamentares descartam a hipótese de pressão dos governadores do PSDB sobre seus 13 senadores para reabrirem as negociações com o Executivo. O vice-líder tucano, Álvaro Dias (PR), considera naturais os comentários favoráveis à CPMF. "Os governadores estão agindo com muita habilidade. Eles mantêm a estratégia da boa vizinhança com o presidente Lula, por questões administrativas de relação com o governo, e não nos abordam sobre a CPMF", afirma o tucano paranaense.



 

 

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