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27 de Novembro de 2007 - 12h30 - Última modificação em 27 de Novembro de 2007 - 13h28


Comissão adia discussão de relatório sobre regulamentação de centrais sindicais

Priscilla Mazenotti
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A discussão do parecer do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) sobre o projeto que regulamenta as centrais sindicais na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado foi transferida para amanhã.

O relator disse que preferiu adiar porque amanhã a matéria deve ser votada nas Comissões de Assuntos Sociais e de Constituição e Justiça. Segundo Dornelles, a idéia é construir um parecer único e mandar o mais rápido possível para votação em plenário. O senador acredita que o projeto esteja no Congresso em 90 dias.

No parecer Dornelles mantém a obrigatoriedade da Contribuição Sindical, ponto do projeto que havia sido derrubado na Câmara, até a entrada em vigor da contribuição negociada.

“Meu parecer acaba com a obrigatoriedade da Contribuição Sindical. Só mantém essa obrigatoriedade até que seja aprovado o projeto que prevê a contribuição negociada”.

A Contribuição Sindical Negociada deverá ser aprovada pela assembléia de trabalhadores. Outro ponto que Dornelles manteve no relatório é o que estabelece a fiscalização do TCU..

“Uma vez conferida legitimidade às centrais sindicais, nada mais justo que lhes dar sustentação financeira, com a transferência de parcela dos recursos proveninete da Contriobuição Sindical compulsória “, diz Dornelles no relatório


O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, que participou da reunião, disse que a idéia é aguardar a aprovação da matéria na Comissão de Assuntos Sociais e encaminhá-la direto para votação em plenário. O deputado explicou que o parcer daquela comissão mantém os pontos originais da proposta, que eram manter a Contribuição Sindical obrgatória e acabar com a fiscalização do TCU.

“É o parecer do senador Paulo Paim [PT-RS] que encontra maior consenso no movimento sindical. É o projeto original acordado entre as centrais sindicais e o governo”.



 


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