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28 de Novembro de 2007 - 11h35 - Última modificação em 28 de Novembro de 2007 - 16h22


Nomeações para conselho curador da TV pública têm "evidente independência", diz Franklin

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

 
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Marcello Casal Jr./ABr
Brasília - Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir medida provisória que cria a Empresa Brasil de Comunicação
Brasília - Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, participa de audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir medida provisória que cria a Empresa Brasil de Comunicação
Brasília - O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, respondeu hoje (28) a críticas sobre as nomeações para o Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

“Algo não se discute. As personalidades que estão ali têm evidente independência em relação ao governo e poderão fiscalizar se a TV pública será uma TV plural”, disse o ministro, ao participar de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara.

Segundo Franklin Martins, é preciso garantir um modelo de gestão que evite um dos “maiores problemas” das televisões públicas, que é a interferência dos governantes.

“É preciso chegar a um modelo de gestão que garanta que essa TV seja pública e não estatal", defendeu.

"Para isso, é preciso [haver] mecanismos por meio dos quais a sociedade controle a tentação dos ocupantes do poder. Precisamos ter mecanismos para que os vícios dos eventuais ocupantes do poder não permaneçam”, reforçou o ministro, ao acrescentar que um desses instrumentos é o recém-nomeado Conselho Curador da EBC.

A diretora-presidente da Empresa Brasil de Comunicação, Tereza Cruvinel, também participa da audiência pública na Câmara. Ela disse que tem discutido com deputados a possibilidade de o Congresso Nacional incluir fontes permanentes de receita para a EBC na medida provisória que cria a empresa.

“Se isso for viabilizado, será bem-vindo e garantirá mais robustez para a TV pública”, ressaltou Tereza Cruvinel.


 


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