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1 de Dezembro de 2007 - 17h07 - Última modificação em 1 de Dezembro de 2007 - 20h32


Servidores da Saúde e ONGs distribuem folhetos e preservativos no Paraná

Lúcia Nórcio
Repórter da Agência Brasil

 
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Curitiba - Para lembrar o Dia Mundial de Luta Contra Aids, servidores da secretária estadual da Saúde do Paraná e representantes de organizações não-governamentais (ONGs) distribuíram, no centro de Curitiba, folhetos informativos com o objetivo de conscientizar a população sobre os riscos da doença.

O chefe da divisão de combate à Aids e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) da secretaria de Saúde, Francisco Carlos dos Santos, disse que a idéia é informar a população sobre o perigo da doença.

“Toda as pessoas com vida sexual ativa estão sujeitas a ter a doença. A  prevenção deve ser feita em todos os momentos”, afirmou.

De acordo com Santos, o trabalho de conscientização será feito nas 22 regionais de Saúde do Paraná, durante todo o dia de hoje (1º). Nesses locais, as equipes estão distribuindo folhetos informativos e preservativos. Além disso, cartazes foram fixados em locais estratégicos como postos de saúde, supermercados e lojas.

O Paraná teve o seu primeiro caso de aids em 1984. Segundo dados da secretaria da Saúde, foram notificados, de 1984 até outubro deste ano, 18.770 casos da doença. Desse total, 18.010 em adultos e 760 em crianças (menores de 13 anos). Os cinco municípios com maior número de casos são Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu, Maringá e Paranaguá.

Dos 18.010 casos de aids notificados em adultos, 11.825 (65%) são homens e 6.185 (34%) são mulheres. A maior exposição prevalece na categoria heterossexuais com 6.809 (62,6%), seguida da homossexual com 2.126 (13%) e bissexual com 1.193 (8,1%).

A faixa etária que concentra o maior número de casos é a de 20 a 49 anos, com 15.898 casos. Entre 50 e 64 anos, são 1.482 ocorrências. Entre os doentes acima de 65 casos, há o registro de 184 casos.



 


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