Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
4 de Dezembro de 2007 - 16h11 - Última modificação em 4 de Dezembro de 2007 - 17h47


Senador diz que renúncia ou cassação de Renan terão conseqüências na aprovação da CPMF

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - O senador Gilvam Borges (PMDB-AP) disse hoje (4) que uma possível renúncia do presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) seria precipitada e poderia ter reflexos na votação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), marcada para o dia 14. O senador falou à imprensa pouco antes de Renan renunciar ao cargo.

"A renúncia desencadearia a sucessão [à presidência do Senado]. Candidaturas seriam postas, interesses seriam contrariados, preteridos, o que poderia repercutir na votação [da CPMF]. Acredito que, se evoluir o quadro de tranqüilidade no placar a favor de Renan, uma renúncia agora seria precipitação".

Borges acrescentou que, se Renan perdesse o mandato hoje, haveria "conseqüências" na aprovação da CPMF.

Questionado se a absolvição do peemedebista poderia ser usada como moeda de troca para a aprovação do imposto, Borges afirmou que isso está "implícito".

"Tudo na vida é uma troca. Está implícito. Nós estamos com nossos soldados na guilhotina. Todos esses processos, todas essas denúncias [contra Renan] são de origem política".



A matéria foi alterada para atualização de informações.
 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina