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5 de Dezembro de 2007 - 12h01 - Última modificação em 5 de Dezembro de 2007 - 12h04


No lançamento do Programa Mais Saúde, governadores defendem prorrogação da CPMF

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - No lançamento do Programa Mais Saúde, o PAC da Saúde, no Palácio do Planalto, governadores defenderam a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.

De acordo com o governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), os estados precisam do imposto para "corrigir falhas". "Todos os governadores querem a CPMF e vamos buscar o diálogo", afirmou. O PSDB é contrário à prorrogação do chamado imposto do cheque.

"Espero que os senadores votem [logo] a CPMF", disse a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), que não quis comentar o caso da adolescente presa em uma cela com homens no seu estado.

Para o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), a CPMF é o melhor imposto do Brasil e os "grandes contrariados" com a cobrança "são o capital financeiro e os bancos".

O Programa Mais Saúde terá R$ 88,6 bilhões nos próximos quatro anos, sendo que R$ 24 bilhões virão da CPMF e da regulamentação da Emenda 29.



 


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