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9 de Dezembro de 2007 - 19h06 - Última modificação em 9 de Dezembro de 2007 - 23h22


Mantega afirma que maiores economias da América do Sul terão peso igual no Banco do Sul

Carolina Pimentel
Enviada especial

 
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Antônio Cruz/Abr
Buenos Aires (Argentina) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala sobre a criação do Banco do Sul, destinado a financiar projetos de desenvolvimento da região
Buenos Aires (Argentina) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala sobre a criação do Banco do Sul, destinado a financiar projetos de desenvolvimento da região
Buenos Aires (Argentina) - Ao chegar a Buenos Aires para participar logo mais da cerimônia de fundação do Banco do Sul, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que as maiores economias da América do Sul que vão integrar o banco - Brasil, Argentina e Venezuela - irão comandar a instituição financeira.

Ao ser perguntado se a sede da instituição em Caracas, na Venezuela, era porque o presidente Hugo Chávez foi um dos que lançou a idéia de criar o banco, Mantega disse que os países terão o mesmo peso dentro do banco.

“Não existe possibilidade de alguém controlar o banco, porque os países maiores terão limites de capital. O limite da Venezuela será igual ao do Brasil e ao da Argentina. Teremos, no mínimo, o mesmo peso dentro do banco”.

O ministro disse que apesar da proposta de criação do Banco do Sul, que vai financiar projetos de desenvolvimento na região, ter sido lançada pelos presidentes Chávez e Nestor Kirchner, da Argentina, que a instituição “é mais um capítulo da integração da América do Sul no que diz respeito ao aspecto financeiro”.

“Não diria que foi uma idéia do presidente Chávez, porque estamos hoje estreitando laços dentro do Mercosul e da Unasul [União das Comunidades Sul-americanas]. Digamos que ele (Chávez) foi um entusiasta da criação do banco”.

Além da sede em Caracas, o Banco do Sul terá uma subsede em Buenos Aires. Uma outra subsede prevista para La Paz, na Bolívia, ainda não está definida.




 


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