Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
10 de Dezembro de 2007 - 07h14 - Última modificação em 10 de Dezembro de 2007 - 07h34


Troca de elogios marca cerimônia de fundação do Banco do Sul

Carolina Pimentel
Enviada especial

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Buenos Aires (Argentina) - A cerimônia de fundação do Banco do Sul foi marcada pela troca de elogios entre os presidentes dos seis países sul-americanos integrantes do banco.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a discursar no evento, começou elogiando o colega boliviano, Evo Morales. Ele disse que Morales "é a coisa mais extraordinária" que aconteceu na América do Sul. “Ninguém tem mais a cara da Bolívia do que Evo Morales”, disse, para a platéia de autoridades que acompanhava a cerimônia na Casa Rosada, sede do governo argentino.

Para Chávez, a quem chamou de “rei do petróleo”, garantiu que vai equilibrar a balança comercial entre os dois países, que atualmente é favorável ao Brasil. “A nossa relação com a Venezuela, que hoje é sólida, muito forte, é também muito favorável ao Brasil. Preciso diminuir essa distância”, disse Lula.

O presidente venezuelano retribuiu o afago exaltando, mais uma vez, a descoberta do campo de Tupi, grande reserva de petróleo na Bacia de Campos (SP). “Agora, [Lula] conseguiu uma reserva de petróleo gigantesca”, afirmou.

Lula ainda defendeu a parceria entre Brasil e Argentina que, segundo ele, vive um “dos melhores momentos de sua relação”, graças ao bom diálogo que ele e Néstor Kirchner tiveram nos últimos anos.“Foi uma extraordinária alegria governar o Brasil no momento em que você governou a Argentina. Tenho a convicção de que aprendi muito contigo e, certamente, Cristina também. Se Cristina aprendeu contigo e eu também, Cristina e eu temos obrigação de fazer muito mais do que nós dois fizemos”.

Em seu último ato como presidente da Argentina, Néstor Kirchner  também comentou o bom momento da relação Brasil-Argentina e agradeceu a Chávez pelo apoio “nas horas mais difíceis”. Depois, passou a palavra para Cristina Kirchner, sua mulher, que tomará posse hoje (10) como a primeira mulher eleita presidente do país.

Cristina Kirchner destacou que Brasil e Argentina têm uma dívida com o Paraguai, por causa da Guerra do Paraguai, de 1864 a 1870, quando brasileiros, argentinos e uruguaios aliaram-se contra o vizinho, levando o Paraguai à falência.

Dos sete países membros do banco, apenas Tabaré Vázquez, do Uruguai, não esteve presente à cerimônia. Além de Lula, Kirchner, Morales e Chávez, participaram  Rafael Correa (Equador) e Nicanor Duarte (Paraguai).



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina