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14 de Dezembro de 2007 - 15h37 - Última modificação em 14 de Dezembro de 2007 - 15h37


Proposta de política industrial continua mesmo sem a CPMF, diz ministro

Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não vai acabar com a proposta de política industrial que está em análise pelo governo. O ministro participou do lançamento de um novo modelo de carro realizado hoje (14) em uma fábrica em São Bernardo do Campo (SP).

Segundo ele, a proposta, que prevê planos de incentivo ao setor industrial, será encaminhada ao Congresso até a segunda quinzena de janeiro.

“Não tem plano B para a proposta de política industrial. Ainda veremos que impacto o fim da CPMF terá na política industrial, mas o presidente [da República, Luiz Inácio Lula da Silva] assegurou que não serão os R$ 40 bilhões a menos que vão barrar a proposta", garantiu Jorge.

"Vamos esperar as medidas de compensação que o ministro Mantega [ministro da Fazenda, Guido Mantega] deve anunciar e ver que medidas vamos tomar para adequar a proposta.”

Ontem (13), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que com o término da CPMF o programa de desoneração industrial será reformulado. Segundo ele, a redução de impostos para o empresariado, prevista inicialmente entre as medidas, terá de ser estudada com mais calma.

Também estiveram no evento realizado em São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o ministro da Previdência, Luiz Marinho, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, o governador do estado de São Paulo, José Serra e o prefeito de São Bernardo do Campo, William Dib.



 


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