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17 de Dezembro de 2007 - 07h34 - Última modificação em 17 de Dezembro de 2007 - 16h22


Fim de ano não poderia ser melhor, afirma presidente

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Apesar de o Senado ter rejeitado a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (17) que não poderia ter um fim de ano melhor ao comemorar a informação de que o crescimento econômico tirou 20 milhões de brasileiros das classes D e E levando-os para a classe C, segundo pesquisa Datafolha divulgada no fim de semana no jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com Lula, ao fazer o “sacríficio do ajuste fiscal” em 2003, primeiro ano de seu governo, já pensava que a medida poderia render bons resultados no futuro. “Isso demonstra que as coisas vão acontecendo no Brasil. Fiquei feliz, obviamente, fiquei muito feliz e quero mais boas notícias dessa. Nós queremos, na verdade, é que o Brasil tenha menos pobre e tenha mais gente na classe média”, afirmou em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.

Lula minimizou o fim da CPMF e descartou a criação de imposto para compensar a perda de arrecadação, estimada em quase R$ 40 bilhões só em 2008.

O presidente gravou a edição de hoje (17) do Café com o Presidente na Base Aérea de Brasília, antes de embarcar para a Bolívia, onde anunciará a retomada de investimentos na exploração de gás em território boliviano.




 


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