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23 de Dezembro de 2007 - 18h54 - Última modificação em 23 de Dezembro de 2007 - 18h54


No Rio, trotes para a Polícia Rodoviária Federal representam 30% do total de ligações

Thatiana Amaral
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recebe, no Estado do Rio de Janeiro, de 80 a 100 trotes por dia, em média. O total corresponde a 30% das ligações recebidas diariamente pelo telefone 191, o número de utilidade pública da PRF. Segundo o assessor de Comunicação da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro, André Luiz de Azevedo, esse tipo de ligação dificulta a prestação de socorro às vítimas e o combate à criminalidade.

“Pessoas que pegam um telefone de utilidade pública para fazer esse tipo de coisa, além de promover o desgaste do serviço de atendimento, também pode estar ocupando uma linha que salva vidas e dificultando o combate eficiente à criminalidade”, afirmou.

Azevedo disse que os trotes geralmente são feitos de telefones públicos por crianças, mas não há um horário que concentre a maioria das ligações. Embora não se enquadre em nenhum tipo de crime previsto no Código Penal, o trote é considerado crime social, por dificultar a prestação de socorro àqueles que necessitam.



 


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