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19 de Dezembro de 2007 - 21h02 - Última modificação em 19 de Dezembro de 2007 - 21h02


Stephanes diz que exigência da União Européia não deve gerar prejuízos para exportação

Ana Luiza Zenker
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, disse hoje (19) que as exigências apresentadas pela União Européia (UE) em relação à rastreabilidade do gado brasileiro não deve trazer prejuízos à exportação brasileira de carne.

De acordo com o ministro, a UE não apresentou nenhuma restrição no que diz respeito à sanidade animal. “Nesse aspecto o Brasil está em ordem, o que eles não concordaram foi com o sistema de rastreabilidade”, afirmou.

Por causa dessa discordância, as exportações de carne do Brasil serão limitadas apenas à carne vinda de propriedades que estejam de acordo com as exigências européias.

“Nós vamos fazer análise das 10 mil propriedades que estão inscritas, vamos auditar e verificar aquelas que efetivamente oferecem todas as condições exigidas pela União Européia e vamos pedir o credenciamento somente dessas unidades”, explicou o ministro. Em março, as propriedades credenciadas devem passar por nova auditoria.

Hoje (19), a União Européia anunciou em Bruxelas, na Bélgica, medidas que restringem a importação de carne brasileira, com base em missões de inspeção realizadas no Brasil, que apontaram falhas no funcionamento do sistema de rastreabilidade de animais, o Sistema Brasileiro de Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov).

 


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