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28 de Dezembro de 2007 - 17h53 - Última modificação em 28 de Dezembro de 2007 - 17h54


Plano de prevenção à febre amarela no DF inclui vacinação e pulverização

Daniel Mello
Da Agência Brasil

 
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Antônio Cruz/ABr
Brasília - Aviso na entrada do Parque Nacional de Brasília, interditado por tempo indeterminado a partir de hoje (28), por medida preventiva, diante da ameaça de surto de febre amarela
Brasília - Aviso na entrada do Parque Nacional de Brasília, interditado por tempo indeterminado a partir de hoje (28), por medida preventiva, diante da ameaça de surto de febre amarela
Brasília - O secretário de Saúde do Distrito Federal, José Geraldo Maciel, anunciou na tarde de hoje (28) um plano de prevenção à febre amarela no DF. O alerta contra a doença começou com a morte de seis macacos, dois no Parque Nacional de Brasília e quatro no Park Way, área nobre próxima ao Plano Piloto. As mortes provocaram a interdição do parque, conhecido popularmente como Água Mineral.

Para impedir a disseminação da doença para as áreas urbanas, os arredores do parque, onde vivem cerca de 13 mil pessoas, serão pulverizados contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela. O inseto é o mesmo que transmite a dengue. Maciel também destacou que será feita uma mobilização para vacinação.

A campanha de vacinação, segundo ele, terá foco nos que ainda não são vacinados, nos moradores de locais próximos à Água Mineral e nas pessoas que pretendem viajar para Goiás e a Região Norte. A partir de amanhã (29), os postos e centros de saúde estarão abertos das 8h às 17h para vacinação.

De acordo com o secretário, aparentemente os macacos morreram por outras causas e não por febre amarela, mas o Distrito Federal entrou em alerta devido aos cerca de 40 casos da doença em símios em 31 municípios de Goiás. O Ministério da Saúde, por meio da Secretária de Vigilância em Saúde, informou que em Goiás verificaram-se alguns casos e, principalmente por isso, estamos em alerta no DF”, explicou.

As vísceras dos macacos mortos foram enviadas para análise no laboratório Adolfo Lutz, em São Paulo. Os resultados dos exames deverão sair de 20 a 30 dias. Até a liberação desses resultados, o Parque Nacional de Brasília ficará interditado.


 


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