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31 de Dezembro de 2007 - 15h54 - Última modificação em 31 de Dezembro de 2007 - 16h00


Presidente colombiano viaja a Villavicencio e se reúne com delegados da Operação Emmanuel

Agência Telam*


 
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Brasília - O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, chegará em poucas horas a Villavicencio, onde se reúne com os delegados internacionais que estão na cidade colombiana para a entrega dos três reféns que estão em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), disse o comissário para a paz colombiano, Luis Carlos Restrepo.

A informação está confirmada no site da Presidência da República da Colômbia. Nas primeiras horas de hoje (31) também chegou a Villavicencio o chanceler venezuelano Nicolás Maduro, que se reuniu com Restrepo.

O chanceler veio de Caracas (capital da Venezuela) e, desde 10h30 (horário de Brasília), está reunido com as autoridades colombianas.

O fato aumentou as expectativas sobre o início da fase final para a liberação dos reféns das Farc, que se comprometeram a entregá-los ao grupo liderado pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Os reféns são Clara Rojas (ex-candidata à vice presidência da Colômbia), filho dela Emmanuel, de tês anos de idade, nascido em cativeiro, e a ex-congressista Consuelo González de Perdomo.

No avião que transportou Maduro, um Falcon venezuelano, também viajou a esposa do governador de Meta, Alan Jara. Ambos se dirigiram de imediato a um setor do aeroporto de Villavicencio para se reunirem com representantes do governo da Colômbia.

Até o momento, a informação é que o ex-ministro do interior venezuelano, Ramón Rodríguez Chacín, receberia as coordenadas das Farc.

Maduro também se reuniu com dois delegados de países latino-americanos: o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner e o assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.

Estão em Villavicencio delegados de sete países latino-americanos, da Espanha e da França, além de membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

No encontro deles com o presidente colombiano devem estar em pauta questões de segurança que envolvem o desfecho da Operação Emmanuel. A permanência dos delegados internacionais no país estaria ameaçada. A ausência de sinalização de coordenadas pelas Farc até o momento não garante que o resgate ocorra antes da virada do ano.





*Colaborou Marco Antônio Soalheiro, Repórter da Agência Brasil
 


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