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Brasília - O presidente
colombiano, Álvaro Uribe, chegou hoje (31) ao aeroporto
militar de Apiay, na cidade de Villavicencio, próximo ao
terminal Vanguardia, onde estão aeronaves venezuelanas que
serão utlilizadas para o resgate de três reféns
que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia
(Farc) prometeram liberar, segundo informa a Rádio Caracol.
A aeronave que
transportou o mandatário de seu local de descanso, na
província de Córdoba, ao norte da Colômbia, até
Villavicencio, 90 quilômetros ao sudeste de Bogotá,
chegou à 12h32 local (15h32 em Brasília).
Segundo o
comissário de Paz, Luis Carlos Restrepo, o presidente chegou
a Villavicencio para reiterar aos membros da comissão de
delegados internacionais, que participarão do resgate dos reféns, as garantias de segurança que seu governo
oferece enquanto estejam no país, informou a agência
italiana de noticias ANSA.
Dessa forma, Restrepo
negou a informação de fontes da comissão de
delegados internacionais, que afirmavam que em una reunião
ele havia dito que seu país não estava em condições
de garantir a segurançados comissionados.
Agora, Uribe ficará a
cargo da relação com os
representantes dos governos da Venezuela, Argentina, Brasil, Bolívia,
Cuba, Equador, França e Suíça, função
que ocupada até o momento pelo próprio Restrepo.
A respeito da demora no
início da fase final da operação, o comissário
para a Paz disse que a única razão é que “não
chegou ainda a comunicação das Farc” com as
coordenadas de onde se realizaria a liberação.
Na noite de ontem (30)
, o coordenador geral da caravana aérea humanitária, o
venezuelano Ramón Rodríguez Chacín, avaliou que
a última fase do planejamento, que compreende a
concretização do resgate, deverá acontecer em
qualquer momento nos próximos dias.
Os três reféns
com libertação prometida pelas Farc são Clara
Rojas (ex candidata a vice-presidente da Colômbia), o filho dela Emmanuel (nascido no cativeiro há três anos) e a
ex-parlamentar Consuelo González.
A soltura seria um ato
dos grupo rebelde em desagravo ao presidente venezuelano, Hugo
Chávez, pela decisão anterior do governo colombiano de
pôr fim ao papel de mediador do dirigente vizinho para troca
de 45 reféns do grupo rebelde por 500 guerrilheiros presos
pela polícia colombiana.
*Colaborou Marco Antônio Soalheiro, Repórter da Agência Brasil
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