Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
2 de Janeiro de 2008 - 20h04 - Última modificação em 2 de Janeiro de 2008 - 20h04


Agência Nacional de Petróleo vai fiscalizar postos para garantir venda de biodiesel

Leandro Martins
Repórter da Rádio Nacional da Amazônia

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Desde o dia 1º de janeiro, o óleo diesel comercializado no Brasil precisa conter obrigatoriamente 2% de biodiesel, produzido no pais a partir de gorduras animais e óleos vegetais como o extraído da mamona, do dendê, do babaçu e da soja.

A mistura estava autorizada desde 2005. Para garantir que a medida está sendo cumprida, os 35 mil postos de combustíveis do país serão fiscalizados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a ANP, a adoção do biodiesel vai permitir uma redução na importação de diesel de petróleo, o que representa uma economia de cerca de R$ 750 milhões por ano.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a produção do combustível gerou cerca de 600 mil postos de trabalho no campo desde a sua implementação.

Segundo o coordenador da comissão do biodiesel da Casa Civil, Rodrigo Rodrigues, a região amazônica tem potencial para se tornar um grande produtor do biodiesel.

"Na floresta Amazônica como um todo há uma infinidade de matérias-primas oleoginosas, por exemplo, carnaúba e babaçu. Atualmente, a palma é que está no seu estágio de conhecimento agrícola mais avançado".

Em 2013, a quantidade de biodiesel misturada com diesel de petróleo deve subir de 2% para 5%. Mas o governo pode antecipar a data de adição do biodiesel.





 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina