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5 de Janeiro de 2008 - 11h07 - Última modificação em 5 de Janeiro de 2008 - 11h07


Cerca de 700 mil trabalhadores foram tirados da informalidade até novembro de 2007

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A incorporação de trabalhadores no mercado formal em 2007 não deveu-se exclusivamente à abertura de novos postos de trabalho. Boa parte deveu-se à regularização de trabalhadores que atuavam na informalidade.

Números consolidados até novembro pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que as diligências feitas pelos fiscais do trabalho resultaram na formalização de 690 mil trabalhadores.

O resultado das auditorias trabalhistas realizadas em 2007 demonstra que muitas empresas insistem em manter irregular a situação de seus funcionários.

No caso específico do recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), foi constatada uma dívida de R$ 1 bilhão, já cobrada de 250 mil empresas fiscalizadas.

Outra frente de fiscalização executada no ano passado foi para coibir o trabalho em situação análoga à escravidão. Os fiscais do trabalho realizaram 89 operações em todo o país, libertando 4.139 pessoas. De acordo com o ministério, os trabalhadores foram indenizados em R$ 6 milhões.

No que diz respeito à repressão do trabalho infantil, a atuação dos fiscais detectou a exploração da mão-de-obra de 7,3 mil crianças e adolescentes, já encaminhados à rede de proteção social.




 


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