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7 de Janeiro de 2008 - 21h11 - Última modificação em 7 de Janeiro de 2008 - 21h11


Secretário descarta risco de surto de febre amarela urbana

Quênia Nunes
Da Agência Brasil

 
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Brasília - O secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna, afirmou hoje (7) que não há risco de surto de febre amarela em áreas urbanas.

"O risco não existe pelo fato de a transmissão da febre amarela do macaco para o homem acontecer por meio dos mosquitos emagogo ou sabebes e do homem para o homem por meio do aedes aegypt. O último caso de febre amarela urbana no Brasil foi em 1942”.

O alerta contra a doença começou depois da mortes de macacos no Distrito Federal e em Goiás supostamente ocorrida por febre amarela. Segundo Penna, o resultado dos exames feitos nos macacos devem sair entre dez e 15 dias.

O ministério disponibilizou 300 mil doses de vacina para os dois estados, vindas das regiões Norte, Sudeste e Sul. “Minas Gerais, Amazonas e Paraná doaram, cada um, 100 mil doses da vacina. Goiás ficou com 200 mil doses”, disse Penna.

De acordo com a  Secretária de Saúde do Distrito Federal, os postos de vacinação só funcionam de segunda a sexta-feira. Mas, se houver necessidade, passarão a abrir nos finais de semana.

Os principais sintomas da febre amarela são: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor muscular forte, cansaço, calafrios, vômito e diarréia. Há casos em que a pessoa contaminada apresenta sintomas mais graves, como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins , fígado, pulmão e problemas cardíacos que podem levar à morte. 



 


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