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Brasília - O secretário de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde,
Gerson Penna, afirmou hoje (7) que não há risco de surto de febre
amarela em áreas urbanas.
"O risco não existe pelo fato de a transmissão
da febre amarela do macaco para o homem acontecer por meio dos
mosquitos emagogo ou sabebes e do homem para o homem por meio do
aedes aegypt. O último caso de febre amarela urbana no Brasil foi em
1942”.
O alerta contra a doença começou
depois da mortes de macacos no Distrito Federal e em Goiás
supostamente ocorrida por febre amarela. Segundo Penna, o resultado dos exames
feitos nos macacos devem sair entre dez e 15 dias.
O ministério disponibilizou 300
mil doses de vacina para os dois estados,
vindas das regiões Norte, Sudeste e Sul. “Minas Gerais, Amazonas e Paraná doaram, cada um, 100 mil doses
da vacina. Goiás ficou com 200 mil doses”, disse Penna.
De acordo com a Secretária de Saúde do Distrito Federal,
os postos de vacinação só funcionam de segunda a sexta-feira. Mas, se houver necessidade, passarão a abrir nos finais de semana.
Os
principais sintomas da febre amarela são: febre alta,
mal-estar, dor de cabeça, dor muscular forte, cansaço,
calafrios, vômito e diarréia. Há casos em que a pessoa contaminada apresenta sintomas mais graves,
como icterícia, hemorragias, comprometimento dos rins , fígado, pulmão e problemas
cardíacos que podem levar à morte.
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