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8 de Janeiro de 2008 - 19h41 - Última modificação em 8 de Janeiro de 2008 - 21h04


Polícia Civil já colheu 69 depoimentos sobre roubo do Masp

Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - A Polícia Civil de São Paulo já colheu 69 depoimentos sobre o roubo de dois quadros do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e, agora, investiga o crime pelos indícios deixados pelos ladrões e em diligências no local.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o delegado da 1ª Delegacia Seccional, Fernando Schmidt, responsável pela investigação do roubo, considera que já foram ouvidas todas as pessoas necessárias. No entanto, a secretaria não deu mais informações sobre o rumo da investigação, que segue sob sigilo.

O roubo do Masp ocorreu no dia 20 de dezembro. Por volta das 5h30, três homens invadiram o museu e levaram as obras O Lavrador de Café, do pintor brasileiro Candido Portinari, e Retrato de Suzanne Bloch, do espanhol Pablo Picasso.

A Polícia Federal e a Interpol, que também investigam o crime, não comentaram o andamento da apuração para não atrapalhar os trabalhos. Além deles, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público paulista atuam no esclarecimento do roubo.

A assessoria de imprensa do Masp informou hoje (8) que está colaborando com as investigações, mas ressaltou que não se pronunciará sobre o roubo porque é “assunto de polícia”.

A administração do museu anunciou que o local será reaberto para visitação pública na próxima sexta-feira (11).



 


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