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São Paulo -
A Polícia Civil de São Paulo já colheu 69 depoimentos sobre
o roubo de dois quadros do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e, agora,
investiga o crime pelos indícios deixados pelos ladrões e em diligências no local.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o delegado da 1ª Delegacia Seccional, Fernando Schmidt, responsável pela investigação do roubo, considera que
já foram ouvidas todas as pessoas necessárias. No entanto, a secretaria não
deu mais informações sobre o rumo da investigação, que segue sob sigilo.
O roubo do Masp ocorreu no dia 20 de dezembro. Por volta das 5h30,
três homens invadiram o museu e levaram as obras O Lavrador de Café, do
pintor brasileiro Candido Portinari, e Retrato de Suzanne Bloch, do
espanhol Pablo Picasso.
A Polícia Federal e a Interpol, que também investigam o crime, não comentaram o andamento da apuração para não atrapalhar os trabalhos.
Além deles, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado
(Gaeco) do Ministério Público paulista atuam no esclarecimento do roubo. A assessoria de
imprensa do Masp informou hoje (8) que está colaborando com as investigações, mas ressaltou que não se pronunciará
sobre o roubo porque é “assunto de polícia”. A administração do museu anunciou que o local será reaberto para
visitação pública na próxima sexta-feira (11).
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