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25 de Janeiro de 2008 - 19h16 - Última modificação em 25 de Janeiro de 2008 - 19h16


País está livre do risco de crise energética, diz coordenador de grupo de estudos da UFRJ

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - Previsões de chuva favoráveis e nível dos reservatórios do Sudoeste em alta são alguns dos fatores que levaram o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, a concluir que o país está livre do risco de desabastecimento.

Segundo ele, um novo apagão, como o ocorrido em 2001, não estava previsto para este ano: havia, sim, o risco de acionar muito as usinas termelétricas e, com isso, elevar as tarifas de energia elétrica no ano que vem. "Mas já começou a chover e a perspectiva é de chuva acima da média histórica, o que dará para recompor os reservatórios e evitar o uso das termelétricas ao longo do ano", afirmou.

Na avaliação de Nivalde de Castro, já está afastada a sinalização anterior de que havia uma possibilidade de crise energética no país. O setor, acrescentou, concluiu que a dependência das chuvas continuará e precisa olhar para o futuro, no sentido de manter o nível alto dos reservatórios já em dezembro.

Na próxima semana, ele participará de seminário internacional em Portugal, onde será feita uma análise comparativa do setor elétrico no Brasil e na União Européia. Também comparecerão ao seminário representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e de empresas que atuam no país, além do ex-ministro interino de Minas e Energia, Nelson Hubner.



 


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