Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
25 de Janeiro de 2008 - 15h33 - Última modificação em 25 de Janeiro de 2008 - 15h40


SNA e rede de produtos naturais aderem a manifesto de defesa da floresta amazônica

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Com cerca de 600 mil assinaturas válidas, o manifesto Amazônia para Sempre, de preservação da floresta amazônica, foi acolhido hoje (25) pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) e pela rede de produtos naturais Mundo Verde. Com isso, o manifesto, lançado há um ano, fica mais perto de seu objetivo, que é somar 1 milhão de assinaturas, para se tornar um instrumento público capaz de garantir a defesa da região, agindo como um suporte à lei.

O presidente da SNA, Octavio Melo Alvarenga, colocou à disposição dos organizadores do manifesto todos os meios disponíveis para divulgação da iniciativa. A Mundo Verde também prometeu colocar em todas as suas lojas, inclusive as franqueadas, urnas para coleta de assinaturas.

A atriz Christiane Torloni, uma das idealizadoras do manifesto, disse que a Constituição precisa ser respeitada. Segundo ela, a lei determina que a floresta amazônica é patrimônio nacional e deve ser protegida. "Em qualquer tipo de iniciativa, de desenvolvimento sustentável, tem que se observar a integridade da floresta amazônica. Isso não está acontecendo”, ressaltou.

Dados divulgados no último dia 23 pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontavam um desmatamento na região amazônica de 3.235 quilômetros quadrados entre agosto e dezembro de 2007, ou o equivalente a cerca de 320 mil campos de futebol.

De acordo com Christiane, quando for atingida a meta de 1 milhão de assinaturas, muitas medidas poderão ser pedidas em lei, entre elas, que "as Forças Armadas possam intervir realmente para combater a ilegalidade”. A atriz ressaltou que são justamente ações ilegais que estão desmatando a região amazônica. “Ficam os ministérios batendo cabeça uns com os outros, mas nós sabemos que o que está acontecendo é a ilegalidade”. Para ela, a ilegalidade estaria partindo do próprio governo, ao “permitir as licitações ilegais”.

Segundo a atriz, a floresta amazônica funciona como um regulador da temperatura do planeta. “A floresta tem um sistema de chuvas e de umidade que faz com que a temperatura do planeta se mantenha. Uma das causas do aquecimento global é a emissão dos gases através das queimadas. E, também pela perda de umidade, a temperatura está subindo. Então, nós estamos atrapalhando o planeta em duas frentes. Uma queimando e outra cortando”.

Christiane Torloni fez um convite ao povo brasileiro: “Entre no site www.amazoniaparasempre.com.br e assine você também a favor da imediata paralisação do desflorestamento da nossa querida floresta amazônica.”



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina