Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
31 de Janeiro de 2008 - 15h24 - Última modificação em 31 de Janeiro de 2008 - 16h02


Juizados especiais nos aeroportos funcionarão até o final de março

Deborah Souza
Da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Marcello Casal JR/ABr
Brasília - Daniella Torres, coordenadora do Juizado Especial do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, que prorrogou o atendimento até 31 de março
Brasília - Daniella Torres, coordenadora do Juizado Especial do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, que prorrogou o atendimento até 31 de março
Brasília - Com embarque marcado para as 7h30 de hoje (31) com destino a São Paulo, pela TAM, a passageira Carolina Costa, de Brasília, teve o vôo cancelado. Para tentar resolver o problema, ela recorreu ao Juizado Especial no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.

Hoje (31) seria o último dia que o juizado funcionaria no local. No entanto, por causa do carnaval e a Semana Santa, o serviço continuará até o dia 31 de março. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), está previsto um aumento de 10% no fluxo de passageiros no aeroporto de Brasília em relação ao carnaval do ano passado.

Segundo a coordenadora do Juizado Especial do aeroporto de Brasília, Daniella Torres, apesar da extensão do prazo de funcionamento do posto, o número de passageiros que procuram os direitos é pequeno. “Num vôo de 115 pessoas, que dá algum problema, por exemplo, no máximo 20 procuram a gente e ainda desistem de proceder até o final”, explicou.

Em casos de atrasos ou cancelamentos de vôos, ressalta Torres, as companhias aéreas preferem ser processadas a entrarem em acordo com os passageiros. “Às vezes, as companhias preferem mandar para a justiça, para ver no que vai dar”, explicou.

Foi o que ocorreu com a passageira da TAM. “A empresa não quis nenhum acordo, porque a política brasileira permite quatro horas de atraso. Se as penalidades fossem mais severas, as companhias não se sentiriam no direito de atrasar tanto”, declarou Carolina. Até o fechamento desta matéria, a TAM não quis se pronunciar sobre o cancelamento do vôo e o motivo de não ter aceitado acordo com a passageira.

Daniella Torres informou que o número de atrasos e cancelamentos diminuiu em relação às festas de fim de ano. Ela informou que o fluxo no aeroporto, para o carnaval, começou a aumentar na segunda-feira (28).

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) houve um aumento de 8,24% no ano passado no movimento de passageiros nos 67 aeroportos administrados pela empresa. Em 2007, foram 110,6 milhões de passageiros, contra 102,1 milhões em 2006.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina