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Brasília -
A morte confirmada ontem (1º) por febre amarela no Distrito
Federal (DF) “não deve ser motivo de alarde”. A avaliação
é do subsecretário de Atenção à
Saúde do DF, João Luiz Arantes.
"Desde a semana passada, chegamos ao patamar
de 1,5 milhão de vacinados no Distrito Federal. Acreditamos
que é um caso isolado, já que são poucos os que
ainda não estão imunes", comentou hoje, em
entrevista à Agência Brasil.
A morte foi confirmado
pelo Ministério da Saúde como a primeira com contágio de
febre amarela no território do Distrito Federal. A vítima morreu
no Hospital Santa Helena, na Asa Norte.
“Como qualquer
virose, não dá para assumir 100% que a doença
foi contraída no DF, mas todos os indícios apontam”,
disse Arantes.
Dados como nome, idade e quanto tempo a vítima
permaneceu internada ainda não foram divulgados. Sabe-se
apenas que era trabalhador rural e que morava na Fercal, região
rural de Sobradinho (DF).
Os indícios, segundo o subsecretário,
partem do local onde morava a vítima. “O paciente morava
numa região de mata e havia pelo menos dois ou três
meses não viajava para fora”. As informações,
segundo Arantes, foram prestadas pela família da vítima.
O último caso fatal de febre amarela no DF
havia sido o de Graco Carvalho Abubakir, que fora ao estado de Goiás
alguns dias antes e, acredita-se, contraiu lá a doença.
Todos os que contraíram febre amarela no
Distrito Federal – três, de acordo com o último
boletim do Ministério da Saúde – haviam passado
recentemente por municípios goianos. Ainda segundo o
ministério, um caso continua sob investigação no
DF e outro já foi descartado.
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