Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
3 de Fevereiro de 2008 - 10h59 - Última modificação em 3 de Fevereiro de 2008 - 10h59


Bloco Ilê Aiyê trabalha há 34 anos pela inclusão social

Hugo Costa
Enviado especial

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Salvador - Dirigente do bloco Ilê Aiyê, Mário Pam, fala sobre os trabalhos sociais mantidos pela entidade
Salvador - Dirigente do bloco Ilê Aiyê, Mário Pam, fala sobre os trabalhos sociais mantidos pela entidade
Salvador - Mais do que um instrumento da expressão cultural afro-brasileira, o bloco Ilê Aiyê se transformou em símbolo de luta e de inclusão social da população negra na capital baiana.

Em 34 anos de história, os trabalhos voltados para a comunidade são considerados pelo grupo até mais importantes do que o próprio carnaval.

Integrante do bloco que ganhou status de associação cultural, o mestre de banda Mário Pam acompanha a evolução do Ilê Aiyê há 16 anos.

Sem esconder o orgulho, o músico enumerou, em entrevista à Agência Brasil, vários dos trabalhos desenvolvidos pela instituição, que tem sede na ladeira da Rua do Curuzu, no bairro da Liberdade.

“O carro-chefe do Ile Ayiê atualmente são os projetos sociais. Como exemplo, temos a Escola Mãe Hilda, que existe há mais de 15 anos e oferece aulas da alfabetização, até a quarta série, inteiramente de graça. Além disso, oferecemos aulas de dança, canto, percussão, cidadania, expressão corporal e sexualidade. Temos ainda diversos cursos profissionalizantes para possibilitar a inserção no mercado de trabalho da comunidade na periferia.”

Mário Pam disse que o período do carnaval serve sobretudo para viabilizar financeiramente o Ilê. Nessa época, além dos recursos governamentais obtidos, são comercializadas camisetas, fantasias e acessórios com a marca do grupo. “O carnaval e os projetos culturais do Ile Aiyê se tornaram instrumentos para viabilizar os projetos sociais. O carnaval concentra a arrecadação dos recursos, que são absorvidos e destinados diretamente para os projetos sociais.”

O Ilê Aiyê ganhou fama por ser pioneiro entre os blocos-afro de Salvador. Entre colaboradores e profissionais contratados, cerca de 100 pessoas trabalham na instituição. Neste ano, o bloco vai às ruas de Salvador até terça-feira (5).


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina