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6 de Fevereiro de 2008 - 19h31 - Última modificação em 6 de Fevereiro de 2008 - 21h17


Governo irá manter uso de cartões corporativos, afirma Dilma Rousseff

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

 
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José Cruz/ABr
Brasília - Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, e Jorge Armando Félix, do Gabinete de Segurança Institucional, falam sobre o uso dos cartões corporativos
Brasília - Ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, e Jorge Armando Félix, do Gabinete de Segurança Institucional, falam sobre o uso dos cartões corporativos
Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff afirmou hoje (6) que o governo irá manter o uso dos cartões corporativos. “Somos inteiramente a favor do uso dos cartões de pagamento porque é mais transparente e mais fácil a rastreabilidade”, disse.

A exemplo de Dilma, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Franklin Martins, disse que o governo está “absolutamente tranqüilo” quanto ao uso dos cartões de pagamento. “O governo não só não vai voltar atrás como vai fazer com que o cartão de pagamento seja o instrumento básico de pagamento dos pequenos gastos pelas razões já apontadas pela ministra [Dilma Rousseff]”.

A ministra destacou que o cartão não deve ser utilizado no pagamento de contas pessoais e classificou como “lamentável” as informações de que os cartões estariam sendo usados para pagar gastos da família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Sobre a publicação dos extratos de cartões corporativos de seguranças e do funcionário que realiza as compras de alimentação do presidente e de seus familiares, Dilma Rousseff afirmou que foi um erro provocado por mudanças na informatização do Banco do Brasil.

“Vamos retificar essa falha, todas as providências foram tomadas para isso”, disse.

Segundo Dilma Rousseff, aquilo que se tratar de gastos efetuados em residências oficiais e com segurança não serão mais divulgados no Portal da Transparência. “O fato de não serem divulgados, não significa que não sejam fiscalizados”, garantiu a ministra. Ela afirmou que questões de segurança justificam a decisão.




 


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