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Brasília - O Ministério do
Turismo e o governo do Amapá assinaram convênio no valor
de R$ 25 milhões para investimentos em obras de
infra-estrutura que visam melhorar o turismo ecológico no
estado.
A Secretaria de Turismo
estima que o estado receba anualmente 500 mil turistas, que gastam
cerca de R$ 10 milhões.
As principais atrações
continuam sendo as belezas naturais da região. A Pororoca,
fenômeno que ocorre no encontro entre as águas do Oceano
Atlântico e do Rio Amazonas, é uma delas.
Pelo menos duas regiões
de cachoeiras serão beneficiadas. Em Laranjal do Jari, onde
fica a Cachoeira de Santo Antônio, será construído
um terminal turístico fluvial que vai dar ao visitante mais
conforto no embarque e desembarque na viagem entre os rios da região.
Já em Calçoene, cidade onde fica a Cachoeira Grande,
será construído o Centro Turístico Cultural
Multiuso, que vai promover cursos para capacitar os moradores para
que recebam os turistas.
Haverá também
incentivo à visitação do Marco Zero, local onde
passa a Linha do Equador. Serão investidos R$ 6,8 milhões
na construção do Parque do Meio do Mundo, que vai
abrigar uma feira com artesanato da região.
A cidade de Mazagão
receberá R$ 500 mil para a construção de um
terminal turístico fluvial, do Centro de Atendimento Turístico
e de um parque ecológico.
"São
investimentos em infra-estrutura que beneficiam o estado como um
todo, e vai promover a criação de empregos e dar opções
para as pessoas que moram na região se divertirem", disse
a ministra do Turismo, Marta Suplicy.
Fora do circuito
ecológico, está prevista a construção, em
Macapá, do Museu de Tumucumaque, que vai abrigar obras sobre a
cultura amapaense, e a revitalização do Píer
Santa Inês, com o objetivo de melhorar o recebimento de
turistas e incentivar a prática de transportes aquáticos.
Os investimentos também
visam promover o turismo internacional, já que o estado faz
fronteira com a Guiana Francesa e com o Suriname.
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