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Curitiba - Levantamentos preliminares da Companhia Paranaense de Energia (Copel) apontam uma redução de 5,5% na demanda por energia elétrica no
estado, durante o horário de ponta, na vigência do horário de verão.
Os dados, divulgados hoje (14), revelam que o índice corresponde à desativação temporária
de uma carga próxima de 220 megawatts – o equivalente à potência demandada no horário de ponta por uma cidade como Londrina, no norte do estado.
Segundo
Christina Courtouke, engenheira do Centro de Operação do Sistema
Elétrico da Copel, a adoção do horário de verão também proporciona
uma pequena economia – de cerca de 0,5% – nos níveis de consumo de energia elétrica, devido basicamente ao menor tempo de uso de lâmpadas, já que a luminosidade natural é mais bem aproveitada.
A engenheira lembrou que além
de diminuir o risco de sobrecargas em usinas, linhas de transmissão e
subestações, o horário de verão também reduz a necessidade e
intensidade de acionamento de termelétricas movidas a carvão ou óleo
combustível.
“Essas usinas, cujo custo de produção é mais elevado que o
das hidrelétricas, usualmente são acionadas durante algumas horas para
complementar a necessidade do mercado no período do pico de consumo”, informou.
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