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Brasília - A venda
direta de títulos públicos a pessoas físicas no mês de janeiro, o Tesouro Direto, foi recorde: R$ 128,4 milhões. O valor representa um crescimento de 8,5%, em comparação ao mesmo período do ano passado, e de 182,2%
em relação a dezembro.
De acordo com o balanço das transações divulgado hoje pelo Tesouro Nacional, a procura maior foi pelos por títulos prefixados -
Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional, série F (NTN-F).
Títulos prefixados são papéis cuja rentabilidade é definida para o investidor
no momento da compra. Esse títulos
representaram 55,9% da participação, sendo que as LTN foram os mais vendidos, com
37,6% do volume total.
Os
títulos corrigidos pela inflação, no caso o Índice de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), ficaram em segundo lugar entre os mais vendidos, com 31,4% da procura. Nesse grupo
estão as Notas do Tesouro Nacional série B (NTN-B) e NTN-B Principal. Os dois papéis a rentabilidade acrescida de juros definidos na hora da compra. Sobre a rentabilidade dos títulos, o Tesouro
informou que o destaque ficou com as Notas do Tesouro Federal série F (NTN-F), em especial a NTN-F 2017 e NTN-F
2014, que apresentaram retorno ao investidor de 7,90% e 7,36% no mês, respectivamente.
O
Tesouro Direto é um programa criado pela Secretaria do Tesouro Nacional
(STN) em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia
(CBLC), que permite ao investidor comprar Títulos Públicos Federais por meio do Tesouro
Nacional. A compra é feita pela internet, no site do
Tesouro, e constitui uma opção de aplicação financeira para
pessoas físicas.
Para
consultar a rentabilidade dos títulos oferecidos às pessoas físicas através do
Tesouro Direto basta acessar a internet.
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