Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
16 de Fevereiro de 2008 - 13h02 - Última modificação em 16 de Fevereiro de 2008 - 13h02


Coordenador de Saúde do Idoso destaca maior acesso à informação

Adriana Brendler
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Coordenador da área técnica de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, José Telles destacou que embora o envelhecimento da população seja uma realidade desafiadora, já que em 2025 o Brasil deverá ter em torno de 32 milhões de pessoas acima dos 60 anos de idade, os números devem significar uma conquista da sociedade e não uma tragédia.

“Não significa que todas essas pessoas estarão doentes. Quanto mais acesso à informação a população tem, quanto maior a escolaridade, maior a possibilidade de ela cuidar da sua saúde. A nossa expectativa é que em 2025 essa população de idosos terá maior qualidade de vida do que as pessoas que hoje têm 60 anos ou mais. Não devemos esperar números catastróficos”, disse.

Para Telles, as doenças com impacto na terceira idade podem ser prevenidas e evitadas com a promoção da saúde em todas as faixas etárias, oferecendo – além do acesso aos serviços de saúde – campanhas educativas para a redução de riscos por meio de alimentação adequada, prática de esportes e restrição no consumo de bebidas alcoólicas e tabaco.

Ele destacou as ações implementadas pelo Ministério para a terceira idade, como a distribuição, no ano passado, de 7 milhões de cadernetas de Saúde do Idoso, que permitem registrar o acompanhamento médico recebido pelos portadores e a identificação de seus problemas de saúde, o que facilita o atendimento em situações de risco ou emergência.

Lembrou, ainda, que os medicamentos para tratamento da hipertensão arterial e diabetes, que atingem grande número de idosos, foram os primeiros oferecidos pelo governo federal com 90% de desconto na Farmácia Popular.

Outro dado apontado por Telles como indicador da melhora na atenção à saúde dos idosos no país foi o aumento dos valores aplicados na distribuição gratuita de medicamentos para tratamento do Mal de Alzheimer, que passaram de R$ 96,3 mil em 2002, para 7,2 milhões em 2006.

Entre 2004 e 2006, acrescentou, houve redução no número de internações hospitalares de pessoas acima dos 60 anos causadas por complicações cardiovasculares (de 652 mil para 634 mil) e decorrentes de problemas respiratórios (de 433 mil para 391 mil). Foi registrado, no entanto, aumento no número de internações de idosos causadas por fraturas decorrentes de quedas.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina