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Rio de Janeiro - A Petrobras ainda não vê necessidade de reajuste nos preços
dos combustíveis, apesar da alta no preço do barril do petróleo no mercado externo. A informação é do diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa, ao lembrar que o último aumento foi concedido em setembro de 2005 – 10% para a gasolina e 12% para o diesel, com o barril entre US$ 40 e US$ 60.
“Tivemos aí o barril do petróleo a US$ 100, mas é
bom lembrar que há 20 dias ele estava a US$ 86, então a volatilidade ainda é grande, não é um preço estável e nós vamos continuar com nossas análises para, no momento oportuno, fazer os reajustes, para mais ou para menos", disse.
O executivo acrescentou que “a Petrobras acompanha e analisa constantemente a evolução
dos preços do barril do petróleo no mercado externo e a hora em que nos
entendermos que ele estabilizou, seja em escala crescente ou decrescente, fará os ajustes necessários".
Durante seminário sobre o Pólo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), Paulo
Roberto Costa evitou falar sobre o roubo dos computadores com informações
confidenciais da empresa, ocorrido no final do mês passado: “Está sendo investigado pela Polícia Federal e pela Agência Brasileira de Inteligência. Qualquer comentário seria precipitado."
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