



|
Brasília - A elevação do Brasil à posição de credor externo indica a superação gradativa de um longo período caracterizado pela vulnerabilidade e crises, causadas
principalmente pela dificuldade em honrar a dívida externa do país. A avaliação é do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, que consideração a condição de credor um "marco expressivo de nossa
história". O Brasil é considerado credor porque as reservas internacionais e outros ativos, dinheiro aplicado no exterior, são
maiores do que a dívida externa. "Este feito é resultado direto da
implementação, nos últimos anos, de políticas macroeconômicas
responsáveis e consistentes, baseadas no tripé responsabilidade fiscal,
câmbio flutuante e metas para a inflação. Esse tripé tem assegurado uma
melhora gradativa dos nossos fundamentos fiscais e externos, o que
aumenta a resistência da economia a choques adversos", afirmou Meirelles, em nota divulgada ontem (21) pela assessoria de imprensa do BC.
De acordo com Meirelles, o Banco Central "continuará pautando sua
atuação de forma a que os ganhos recentes da economia sejam mantidos e
aprofundados, em beneficio da população brasileira".
|
|