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24 de Fevereiro de 2008 - 19h08 - Última modificação em 24 de Fevereiro de 2008 - 19h12


Governo quer preservar recursos do programa, diz chefe de gabinete

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Como no Congresso a ordem é cortar R$ 20 bilhões no Orçamento Geral da União para 2008, por conta da perda de recursos com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), “há uma atuação do Palácio do Planalto” junto a sua base aliada para preservar os recursos para a execução do programa Territórios da Cidadania, que será lançado amanhã (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A afirmação é do chefe de gabinete da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Sustentável, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Marcos dal Fabdru.

“Este é um programa do Governo Federal. Há uma atuação do Palácio do Planalto para a manutenção dos recursos. Se o governo lança um programa, no dia 25, anuncia o envolvimento de R$ 11,3 bilhões, certamente o governo vai trabalhar junto a sua base para a preservação deste orçamento”, disse.

A perspectiva das autoridades do governo, segundo ele, é, até 2010, dobrar o número de territórios envolvidos com o programa. Com isso, acrescentou, espera-se investimentos de mais de R$ 20 bilhões a partir de 2010.

“A expectativa é de que o governo, em função do trabalho realizado na área econômica, se tenha maior capacidade de intervir e aplicar recursos em prol da regiões. É possível fazer essas estimativas”, destacou o chefe de gabinete.

O governo federal investirá, em 2008, R$ 11,3 bilhões em ações rurais voltadas para a melhoria das condições de cidadania, produção, infra-estrutura e ambientais. Entre os critérios de prioridade nos investimentos, de acordo com Marcos dal Fabdru, estão territórios que registram Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) mais baixos. Outros parâmetros que serão levados em consideração dizem respeito a “organização social destas regiões, incidência de comunidades tradicionais como quilombolas, indígenas e incidência de programas na área social como o Bolsa Família”.



 


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