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São Paulo - O ministro do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel
Jorge, reconheceu hoje (25) que a proposta de reforma tributária
que o governo deve enviar nesta quinta-feira (28) ao Congresso Nacional
não é a que o setor produtivo esperava, mas a possível
no momento, e que será aprovada pelo Congresso.
“Não é
o que o setor produtivo esperava, mas acho que é um passo
importante por ser uma reforma tributária que não
passou nos governos anteriores e que, nesse primeiro momento, pode
passar neste governo. Agora não será o bastante e nós
devemos avançar mais”, afirmou. De acordo com Miguel
Jorge, uma proposta com maior alcance possivelmente não seria
aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
“Dificilmente nós
aprovaríamos uma reforma ampla, geral e irrestrita. Portanto
acho que essa reforma é a possível nesse momento e,
certamente, nós podemos avançar muito mais depois que
essa reforma tiver sido aprovada”, disse.
O ministro Miguel Jorge participou
da cerimônia da assinatura do convênio entre Agência
Brasileira de Promoção de Exportações e
Investimentos (Apex-Brasil) e a União da Indústria de
Cana-de-açúcar (Unica) para promover a imagem do
etanol brasileiro no exterior como energia limpa e renovável.
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