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25 de Fevereiro de 2008 - 15h40 - Última modificação em 25 de Fevereiro de 2008 - 15h40


Ministro diz que reforma tributária não é a esperada, mas a possível no momento

Petterson Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reconheceu hoje (25) que a proposta de reforma tributária que o governo deve enviar nesta quinta-feira (28) ao Congresso Nacional não é a que o setor produtivo esperava, mas a possível no momento, e que será aprovada pelo Congresso. 

“Não é o que o setor produtivo esperava, mas acho que é um passo importante por ser uma reforma tributária que não passou nos governos anteriores e que, nesse primeiro momento, pode passar neste governo. Agora não será o bastante e nós devemos avançar mais”, afirmou.

De acordo com Miguel Jorge, uma proposta com maior alcance possivelmente não seria aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

“Dificilmente nós aprovaríamos uma reforma ampla, geral e irrestrita. Portanto acho que essa reforma é a possível nesse momento e, certamente, nós podemos avançar muito mais depois que essa reforma tiver sido aprovada”, disse.

O ministro Miguel Jorge participou da cerimônia da assinatura do convênio entre Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) para promover a imagem do etanol brasileiro no exterior como energia limpa e renovável.



 


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