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25 de Fevereiro de 2008 - 21h18 - Última modificação em 25 de Fevereiro de 2008 - 21h18


Centrais sindicais defendem permanência de Lupi no Ministério do Trabalho

Mylena Fiori
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Cinco centrais sindicais apresentaram hoje (25) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um manifesto em apoio ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, acusado de beneficiar uma organização supostamente ligada ao PDT, partido do ministro.

“Carlos Lupi está sendo vítima de uma explícita campanha difamatória, sofrendo uma implacável perseguição política”, diz o documento divulgado pelo presidente da força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.

Também assinam o manifesto a Nova Central Sindical, a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). 

Os sindicalistas defendem a atuação de Carlos Lupi e seu comprometimento com a pasta e pedem a permanência dele no cargo. “O ministro Lupi tem defendido os trabalhadores”, justificou Paulinho após distribuir o documento à imprensa. “É toda uma armação para tentar derrubar o ministro Lupi e, por isso, o movimento sindical saiu em defesa do ministro e não vamos deixar derrubá-lo”, frisou.

Os sindicalistas estiveram hoje (25) no Palácio do Planalto para debater a reforma tributária com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao mesmo tempo em que a Comissão de Ética Pública da Presidência da República analisava denúncia de que Lupi teria assinado contrato de cerca de R$ 15 milhões com o Instituto de Educação e Pesquisa Data Brasil.

Os integrantes da comissão - que já haviam recomendado o afastamento de Lupi do governo por conflito de interesses – decidiram pedir esclarecimentos do ministro sobre a suposta irregularidade administrativa.  



 


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