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Brasília - O Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas
em um país, deve ser elevado no Brasil com a implementação da reforma
tributária. Em análise para os próximos 20 anos, o governo prevê que a economia
do país pode crescer em média 0,5 ponto percentual a mais com a adição das
medidas propostas.
De acordo com projeções do Ministério da Fazenda, a reforma
pode aumentar o PIB em até 12,2%. O governo avalia que as hipóteses de
crescimento são conservadoras e podem ter efeito por duas décadas.
Em cartilha divulgada hoje (28), o ministério descreve
outros possíveis impactos em decorrência da reforma. A previsão é de que as
medidas propostas beneficiem empresas, trabalhadores, estados e municípios
Simplificação das obrigações tributárias, maior
competitividade e melhores condições de investimento são apontados como os
principais benefícios para o empresariado.
Para o cidadão comum, a expansão do mercado de trabalho
formal e a desoneração da cesta básica encabeçam a lista de ganhos. O pagamento
de impostos sobre o consumo de bens e serviços, segundo o governo, também se tornaria mais transparente.
Em relação aos estados, a arrecadação seria ampliada e
parte das disparidades econômicas regionais seria minimizada.
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