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4 de Março de 2008 - 18h24 - Última modificação em 4 de Março de 2008 - 18h24


Bush promete defender Colômbia contra o terror e os narcotraficantes

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, manifestou hoje (4) apoio à ação do governo colombiano contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Bush falou por telefone com o presidente colombiano Alvaro Uribe, de acordo com nota oficial divulgada pela Casa Branca.

Durante a conversa, o presidente Uribe falou sobre a situação do país e as “contínuas agressões de narcoterroristas, bem como as manobras provocativas do governo da Venezuela”.

“Eu disse ao presidente [Alvaro Uribe] que os Estados Unidos apóiam plenamente a democracia na Colômbia, e que nos opomos firmemente a qualquer ato de agressão que possa desestabilizar a região. Eu disse a ele que os Estados Unidos continuarão a defender a Colômbia nos confrontos do país contra o terror e os narcotraficantes”, afirmou Bush, de acordo com o comunicado da Casa Branca.

De acordo com Bush, o presidente colombiano disse que uma das demonstrações mais importantes do apoio dos Estados Unidos seria a aprovação de um acordo de livre comércio entre os dois países. O Tratado do Livre Comércio (TLC), já foi aprovado por Bogotá e Washington, desde novembro de 2006, mas ainda depende da ratificação do congresso norte-americano.

Na avaliação de Bush, o acordo “mostrará ao povo colombiano que a democracia e a liberdade empresarial conduzem a uma vida melhor e [irá] ajudar o presidente Uribe a conter a visão radical daqueles que estão tentando minar a democracia e criar divisões” no continente americano.

No comunicado, Bush pede ao Congresso norte-americano que aprove o acordo, que segundo ele, “é mais que uma questão de economia, é um problema de segurança nacional”. Uma falha na negociação, segundo Bush, iria “prejudicar a credibilidade norte-americana” e “encorajar os demagogos” no continente.

“Republicanos e Democratas no Congresso têm que se unir e aprovar esse acordo. Ao agir nesse momento crítico, podemos mostrar ao povo colombiano e aos milhões em toda a região que podem contar com os Estados Unidos para manter sua palavra, e que a liberdade é o verdadeiro caminho para a prosperidade a paz”, afirmou.

Ontem (3), o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que não cabe aos Estados Unidos resolver o conflito entre o Equador e a Colômbia, porque a solução deve ser encontrada pelas nações da América Latina.



 

 

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