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Brasília - Em nota,
a presidência da União Européia (UE) pediu hoje (4) aos
governos da Colômbia, do Equador e da Venezuela que evitem
“qualquer escalada” na crise desencadeada após a operação
militar do exército colombiano em território do Equador no
último sábado (1º) e que resultou na morte do
porta-voz das Forças Armadas
Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes.
“A UE
está preocupada com a crescente tensão entre a
Colômbia, o Equador e a Venezuela, e com a mobilização
militar”, destaca o comunicado. A UE recomenda “contenção”
às partes para “travar a crise”.
No
documento, Bogotá, Quito e Caracas são pressionadas a
“procurar uma saída política através do
diálogo”.
O Equador
rompeu relações diplomáticas com a Colômbia
devido à invasão do país e enviou tropas para a
fronteira. O presidente equatoriano Rafael Correa afirmou hoje (4), ao
chegar a Lima, no Peru, estar disposto a ir “até às últimas
consequências”.
A
Venezuela expulsou o embaixador colombiano, retirou seu chanceler de
Bogotá e anunciou o destacamento de tropas para as fronteiras
com o país vizinho.
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